É amigos, o hepta é nosso!
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PROF. LUCELMO
Vereadores votam projeto que estabelece regras para locação de imóvel público
Os vereadores de São Sebastião devem votar o Projeto de Lei 49/09, de autoria do vereador Maurício Bardusco (PPS), que dispõe sobre a descrição de informações sobre locação de imóveis, feita pela Prefeitura Municipal, através de fixação de placa e painel. Este Projeto vai ser votado com uma emenda modificativa e outra supressiva.
De acordo com o autor do projeto, a iniciativa tem por objetivo dar transparência quanto à aplicação do dinheiro público.
Durante a sessão, os vereadores também devem votar o Projeto de Lei 55/09, do vereador Paulo Henrique (PDT), que dispõe sobre alteração de denominação da Viela atualmente chamada de Antônio Tenório dos Santos para Rua João Irineu.
Consta na pauta, o Projeto de Lei 66/09, de autoria do Poder Executivo, que altera a Lei n. 1320/99.
Além disso, os vereadores devem votar o Projeto de Lei 93/09, do vereador PH, que declara de utilidade pública as Associações de Pais e Mestres das Escolas Municipais Iraydes Lobo Vianna do Rego, no Itatinga; Giomar Aparecida da Conceição Souza, em Boiçucanga; e Plínio Gonçalves de Oliveira Santos, em Juquehy.
Também será votado o Projeto de Lei 94/09, de autoria do vereador José Reis (PSB), que declara de utilidade pública a Associação de Pais e Mestres da Escola Municipal Professora Maria Francisca Santana de Moura Tavolaro, no Pontal da Cruz.
Moções – Durante a próxima sessão será feita a leitura da moção de aplausos, de autoria do vereador José Reis (PSB), à empresa de ônibus Ecobus, em reconhecimento ao serviço de utilidade pública com a publicação do informativo Econews, que há 3 anos é distribuído nos ônibus e em pontos estratégicos da cidade.
Também será feita a leitura da moção de aplausos, proposta pelo vereador Ernaninho (PSC), ao Projeto Garoçá e toda a sua equipe, que desenvolve métodos educacionais para crianças e adolescentes do município.
O vereador Paulo Henrique (PDT) também irá apresentar a moção de aplausos a professora Benedita Efigênia da Silva, pelo trabalho desenvolvido junto a comunidade sebastianense.
Também o vereador Amilton Pacheco vai apresentar uma moção de aplausos para a E.M. Professora Iraydes Lobo Viana do Rego e E.M. Boracéia, que se destacaram dentre as demais unidades de ensino do município, no biênio 2006 e 2007, ao obterem o maior índice de crescimento apontado pelo último IDBE (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), refletindo a melhora na qualidade de ensino dos alunos.
Projetos – O vereador PH vai apresentar os Projetos de Lei 121/09, 125/09 e 128/09.
O primeiro institui no calendário oficial de eventos do município o Dia Sebastianense sem meu carro, o segundo inclui no calendário o Festival Gastronômico de São Sebastião e o terceiro oficializa o Desfile Carnamar.
O vereador José Reis vai apresentar os Projetos de Lei 123/09, que dispõe sobre a instituição da Bolsa Atleta da Cidade de São Sebastião, o 126/09, que trata sobre o atendimento a criança e ao adolescente dependente de drogas, e o 129/09, que inclui no currículo escolar da rede pública municipal o ensino do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Também será lido o Projeto de Lei 124/09, do vereador Artur Balut (PSDC), que dispõe sobre a instalação de brinquedos as crianças portadoras de doenças mentais ou deficiência física nos parques de diversão.
Os Projetos de Lei 127/09, que dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Acompanhamento da Aplicação dos Royalties, e o 130/09, que dispõe sobre a obrigatoriedade de utilização de papel reciclado por parte dos órgãos e entidades da administração pública direta e indireta, ambos do vereador Artur Balut, também serão lidos na próxima sessão.
O vereador Marcos Jorge (PV) vai apresentar o Projeto de Lei 131/09, que dispõe sobre a denominação do espaço cultural e esportivo conhecido como Tião Boy, no bairro de Cambury, na costa sul, que, caso aprovado, passará a ser chamado de Sebastião Mariano dos Santos.

Na enquete feita pelo Blog São Sebá, 11% se mostrou a favor da ampliação nos moldes propostos, 44% é a favor da ampliação, mas contra o formato apresentado pela Companhia Docas, enquanto 22% é terminantemente contra a ampliação do porto e ainda há 22% que não tem opinião formada sobre o assunto.
O que entendemos da enquete são duas coisas, muita gente ainda não tem informação suficiente para formar opinião sobre o assunto. Caso se trata-se de uma pesquisa de rua, 22% não se posicionar seria comum, no entanto, a ferramenta da web se resume a um leitor mais informado e mesmo essa faixa se mostrou desinformada.
Por outro lado, os que conhecem o assunto dão mostras de que a proposta em pauta é ruim.
Há um movimento que vai lançar a campanha “Ampliação do Porto sim, mas assim...” com uma proposta sustentável de ampliação.
É esperar para ver!

Pesquisa mostra que alunos preferem professores a instituições de ensino
Para a pesquisa, Borda contou com a participação de 351 alunos e usou bases de teóricos tradicionais. Ele avaliou a relação entre estudantes, funcionários, professores e direção de ensino. De acordo com os dados obtidos, 80% dos entrevistados preferem os professores à instalações física como motivação para ingressar ou permanecer em uma faculdade.
O pesquisador acredita que a relação de confiança do aluno com a faculdade é intermediada pelo professor, portanto, o responsável por fortalecer esse laço acaba sendo o professor, pois é ele que passa a maior parte do tempo com o estudante. Isso também pode funcionar de maneira negativa, esclarece Borda, porque se o docente se sentir insatisfeito com a instituição, a relação com o aluno pode ficar abalada.
A opção por instituições privadas foi feita porque além de relações sociais, existem também as econômicas e segundo teorias estudadas para a formulação da tese, "mesmo em uma relação comercial, sempre há uma troca social maior do que a econômica", explica o professor.
O objetivo do trabalho era avaliar os capitais importantes no século 21 e mostrar que a relação econômica não é tão importante quanto se costuma acreditar. Borda conta que desde a Revolução Industrial, o capital econômico era o mais importante, porém "a partir da década de 1950, passou a ser valorizado também o capital intelectual". Isso significa que a capacidade intelectual, principalmente no caso de instituições de ensino, deve ser considerada primordial. A conclusão a que chegou a pesquisa foi que a ligação da instituição com o aluno é gerada a partir da convivência com o professor que ensina não só conhecimento, mas também valores.
Edição: Graça Adjuto
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PROF. LUCELMO
CNTE aponta envelhecimento dos professores e desinteresse pelo magistério
"O grande presente que poderia ser dado aos professores neste momento é o reconhecimento pelo Supremo Tribunal Federal da constitucionalidade da Lei 11.738 que estabeleceu o piso nacional para os docentes", assinala Roberto Franklin Leão, presidente da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação).
A adoção do piso e a melhoria da carreira podem reverter o envelhecimento da profissão e o desinteresse dos mais jovens pelo magistério, acredita Leão. Segundo ele, a falta de renovação já compromete a disponibilidade de professores de matemática, química, física e biologia.
"O salário é muito baixo. A perspectiva de fazer o percurso da carreira é muito obscura, sujeita a toda sorte de sobressaltos. O professor precisa saber o que lhe espera nesses 25 ou 30 anos que ele percorre durante a vida profissional", aponta o presidente da CNTE.
Roberto Leão vê no Poder Público a responsabilidade de reverter o quadro. "Se não houver por parte das autoridades responsáveis pela educação uma vontade de tornar a carreira do magistério mais atraente, nós vamos passar por dificuldades maiores do que as atuais", diz, criticando processos de avaliação dos professores baseada no desempenho dos alunos. "É injusto. Não se pode avaliar o professor pela nota que recebe o aluno sem considerar as condições de vida do estudante, a origem familiar e os espaços sociais que frequenta".
Aos problemas da carreira do magistério, o presidente da CNTE associa a violência na escola, a indisciplina e a má-criação dos alunos. "A violência não é uma coisa da escola. A violência está na sociedade e a escola faz parte da realidade. Mas essa situação de violência também é sim um fator para que as pessoas pensem: 'eu ganho pouco, não tenho carreira, eu ainda vou me sujeitar a ser agredido por um menino?'", ressalta.
Na opinião do historiador e professor da Unicamp (Universidade de Campinas), Jaime Pinsky, o magistério não tem mais prestígio e em sala de aula o professor lida com uma maior irreverência dos alunos, "que às vezes ultrapassa os limites da educação", diz, acrescentando que em todos os níveis sociais os pais estão "terceirizando" as funções da família para a escolas e estão cobrando dos professores responsabilidades que não são suas.
Escola mais atraente
Para Leão, "a escola precisa ficar atraente para os alunos. Por mais pobre que os alunos sejam, há a possibilidade de eles estarem em contato com as novas tecnologias. Há um descompasso: enquanto os alunos são digitais, a escola é analógica".Jaime Pinsky avalia que o papel do professor mudou nos tempos de internet, celular e notebook. "Não cabe mais levar informação, mas relacioná-las e transformá-las em conhecimento". Para ele, a mudança exige formação teórica mais sólida dos professores e mais leitura.
"Em geral, os professores lêem muito pouco. Muitas vezes, utilizam os próprios manuais e livros didáticos que adotam para aprender sobre o conteúdo que precisam ministrar. Se a publicação tem falhas, ele não tem conhecimento para superar essas lacunas", afirma Pinsky. O historiador lamenta o "pacto da mediocridade" entre escola, professor e aluno. "Um finge que aprende. O outro finge que ensina. O empregador finge que paga bem".
Formação
Perguntado em entrevista coletiva sobre os problemas de formação dos professores, o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que o MEC está possibilitando "acesso irrestrito" dos docentes à universidade pública. "Por isso, lançamos o Plano Nacional de Formação de Professores para que todo professor possa ter uma formação adequada. Os 50 mil primeiros professores já foram inscritos e vamos reabrir as inscrições para o primeiro semestre de 2010".O plano oferece formação a três perfis diferentes de profissionais: primeira licenciatura para professores que não têm curso superior; segunda licenciatura para aqueles que já são formados, mas lecionam em áreas diferentes da que se graduaram; e licenciatura para bacharéis que necessitam de complementação para o exercício do magistério. Segundo o MEC, até 2011 serão oferecidas 331 mil vagas em universidades públicas, reservadas exclusivamente pelo plano.
Gilberto Costa e Amanda Cieglinski
Repórteres
Edição: Graça Adjuto
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PROF. LUCELMO


